Mistérios do Corpo era um programa de televisão brasileiro transmitido pela Record News, que trazia entrevistas abordando o funcionamento do corpo humano, apresentado por Adriana Bittar (e eventualmente por Fernanda Lucas).
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terça-feira, agosto 19
MISTÉRIOS DO CORPO ENTREVISTA SOBRE LÚPUS
quarta-feira, dezembro 18
CORTAR COMPRIMIDOS AO MEIO TRAZ RISCOS À SAÚDE
Um estudo feito no sul do país comprovou que o hábito comum de cortar comprimidos ao meio traz riscos à saúde. Os pesquisadores descobriram que os medicamentos partidos podem até provocar intoxicação.
O laboratorista Manoel Pereira Vaz toma um remédio para hipertensão oferecido de graça pelo programa Farmácia Popular. Mas a dose fornecida é o dobro da que ele precisa. A solução foi cortar o comprimido ao meio.
“Às vezes tem que cortar e esfarela um pouco. Quando esfarela e eu não sei o que estou tomando, deixo de lado”, conta.
Para evitar desperdícios, a comerciante Carla Meyer comprou até um cortador.
“É uma confiança para eu tomar a metade do comprimido”, diz.
É prático, mas, de acordo com a pesquisa feita na Universidade Católica de Pelotas, pode não garantir a dose correta para o tratamento. O remédio analisado foi o diurético mais receitado para hipertensão no país, a hidroclorotiazida.
Durante os testes, os pesquisadores partiram cerca de 750 comprimidos. Em nenhum deles as duas metades tinham a mesma quantidade do princípio ativo, que é a substância que age no organismo. A diferença chegou a 15%, ou seja, um dos pedacinhos faz menos efeito que outro.
Parte do medicamento também pode se perder durante a quebra. Por isso, o ideal é tomar os remédios inteiros e sempre com água. Suco ou leite podem reduzir a eficácia. Os comprimidos revestidos, que liberam aos poucos o princípio ativo, nunca podem ser cortados.
“Eu vou tomar um comprimido que é para se dissolver em meia hora. No momento em que eu cortar, não vai acontecer neste tempo. Ele não vai ser absorvido em meia hora. Eu não sei como vai ser absorvido porque não temos estudos sobre comprimidos partidos”, explica a farmacêutica Analu Buttow.
E partir o remédio jamais pode ser uma decisão apenas do paciente.
“Pode induzir a risco como subtratamento e, por outro lado, pode causar até intoxicações. Se for feito isso, o paciente deve discutir com seu médico, para que ele lhe oriente quais cuidados precisam ser tomados”, aconselha Jefferson Pica, do Conselho Regional de Medicina.Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2013/11/cortar-comprimidos-ao-meio-traz-riscos-saude-aponta-estudo.html
sexta-feira, julho 5
A DOENÇA DE PAULINHA EM AMOR À VIDA
Na novela, a personagem sofre de lúpus, doença que transforma suas vítimas em pessoas "alérgicas" a elas mesmas.
A pequena Paulinha (Klara Castanho), da novela Amor à Vida, descobriu em capítulo da semana passada que tem lúpus, uma doença autoimune que pode afetar qualquer parte do corpo. No caso da personagem, a parte comprometida foi o fígado e ela vai receber um pedaço do órgão transplantado de sua mãe, Paloma (Paolla Oliveira). Mas a cirurgia não será o fim da luta de Paulinha contra a doença porque o lúpus eritematoso sistêmico, como é chamado pelos cientistas, não tem cura. Quem sofre com ele passa a vida se tratando para remediar os sintomas e encontrar a melhor maneira de conviver com eles, como a cantora Lady Gaga, a apresentadora Astrid Fontenelle e o músico Seal.
A pequena Paulinha (Klara Castanho), da novela Amor à Vida, descobriu em capítulo da semana passada que tem lúpus, uma doença autoimune que pode afetar qualquer parte do corpo. No caso da personagem, a parte comprometida foi o fígado e ela vai receber um pedaço do órgão transplantado de sua mãe, Paloma (Paolla Oliveira). Mas a cirurgia não será o fim da luta de Paulinha contra a doença porque o lúpus eritematoso sistêmico, como é chamado pelos cientistas, não tem cura. Quem sofre com ele passa a vida se tratando para remediar os sintomas e encontrar a melhor maneira de conviver com eles, como a cantora Lady Gaga, a apresentadora Astrid Fontenelle e o músico Seal.
A doença é inflamatória: o sistema imunológico do doente fica confuso e produz anticorpos que atacam células e tecidos de seus próprios órgãos, provocando a inflamação. Em situações mais graves e raras (menos de 1% dos casos), o mal pode levar a alucinações e comportamentos psicóticos. A evolução da doença é imprevisível, com períodos de sofrimento e melhoria se alternando constantemente.
Embora seja conhecido desde a Idade Média, o lúpus permanece cercado de enigmas. Sabe-se, por exemplo, que 90% das vítimas são mulheres, e que 80% delas desenvolvem a doença entre os 15 e os 45 anos. Por quê? A ciência ainda não encontrou a resposta.
Outro mistério: nos EUA, onde as pesquisas sobre a moléstia são as mais avançadas, a incidência é muito maior em populações com características étnicas específicas, como negros e descendentes de asiáticos. Em outras partes do mundo, porém, não há dados que indiquem maior vulnerabilidade deste ou daquele grupo. "Em quase 20 anos de acompanhamento de casos, não conseguimos comprovar aqui as mesmas estatísticas verificadas pelos americanos", afirma Ricardo Machado Xavier, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Os cientistas acreditam que a doença tenha um componente genético em sua origem, já que é comum o registro de múltiplos casos dentro de uma mesma família. Na novela, César, interpretado por Antônio Fagundes, conta que uma tia distante de Paulinha teve lúpus.
"Acreditamos ainda que a alta exposição aos raios ultravioleta e o uso de contraceptivos orais tornem o indivíduo mais suscetível ao lúpus", avisa a imunologista Myrtes Toledo Barros, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Por isso, protetor solar nunca é demais. E por isso também mulheres com histórico familiar da doença devem fazer uso de anticoncepcionais de baixa dosagem.
A opção mais branda para contornar a doença são os anti-inflamatórios. Para as crises mais intensas, são prescritos corticoides que, embora sejam mais eficazes contra a inflamação, provocam efeitos colaterais como obesidade e diabete.
"Quando necessário, apelamos para drogas como o metrotexato e a cloroquina, que modulam a resposta imunológica, e para os imunossupressores, que, como o próprio nome sugere, reduzem a atividade do sistema de defesa", explica a especialista Myrtes Barros. A questão é que esses últimos medicamentos baixam a guarda do organismo, deixando-o à mercê de infecções oportunistas.
Quando nada disso resolve, ainda é possível lançar mão de uma classe de remédios classificados como anticorpos monoclonais. "Eles agem em alvos específicos, reduzindo reações indesejáveis. No caso do lúpus, o objetivo é bloquear o TNF-alfa, substância inflamatória produzida pelas células imunes", ensina o médico Luis Eduardo Andrade.
Fonte:http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/entenda-lupus-doenca-paulinha-amor-vida-744492.shtml
sexta-feira, junho 10
TÉCNICA MILENAR DA ÍNDIA
A fim de informar o telespectador sobre uma técnica da medicina indiana para desentupir o nariz, Ana Maria Braga recebeu no Mais Você desta segunda-feira, dia 30 de abril, o médico Carlos Coimbra, especialista em medicina indiana. Ele forneceu dicas sobre o preparo e o modo de usar da alternativa.
“Eu mostrei aqui na semana passada um "jeito" o para desentupir o nariz que é muito usado nos Estados Unidos. É uma espécie de chaleira (lota) que pode ser de cerâmica, plástico ou metal, onde a gente coloca água com sal e despeja o conteúdo dentro de uma das narinas. O mecanismo usa a gravidade para desentupir as narinas”, anunciou Ana Maria Braga.
Como se prepara: “Essa técnica é muito comum em outros países. É uma lavagem nasal, muito utilizada na Índia”, ressaltou o médico. Ele disse que a técnica previne alergia nasal, sinusite, ácaro, pólen, fungos. “Só não pode ser utilizada em situações graves”, observou.
Em cada lota vai água filtrada, água e sal. Para cada narina, vai o equivalente a 1 xícara de água ou 200 ml e 1 colher de café rasa de sal. Essa mistura deve ser mexida, pra diluir o sal na água, e aí já está pronta a solução. A água não pode ser quente, pra não queimar a mucosa, e nem gelada, pra não irritar o nariz. O sal tem a função de hidratar a mucosa.
Como se aplica: Depois da solução preparada dentro do lota, a pessoa deve introduzir o bico numa narina, inclinar ligeiramente o tronco pra frente e girar em direção ao cotovelo que está segurando o lota. Isso para facilitar a gravidade. Essa água com sal vai entrar numa narina e sair pela outra, limpando tudo. Tudo acontece devido a gravidade, a pessoa não deve fazer força nenhuma.
Quando a pessoa termina de fazer, não pode assoar o nariz, a menos que seja bem fraquinho, Porque se ainda tiver um pouco de água nos dutos pode doer o ouvido. O certo é deixar a água sair toda sozinha.
O lota deve ser lavado e guardado num armário fechado. Não se deve deixar o lota em cima da pia do banheiro para se contaminar. Essa prática previne problemas respiratórios, renites, por isso deve ser feita frequentemente.
Mas quando a pessoa está com uma crise de sinusite aguda por exemplo, não deve aplicá-la. Não há nenhum risco da pessoa aspirar essa solução e ir para o pulmão ou se afogar. A pessoa não deve fazer isso olhando para o espelho. O certo é fazer o mesmo sistema nas duas narinas.
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